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Geografia Ambiental I

Simulado de 20 questões sobre Geografia Ambiental com gabarito para a Fatec, Fuvest, Unesp, Unicamp e Univesp com questões de Vestibulares.



01. (FUVEST) TEXTO PARA A QUESTÃO

Óbitos por cepas de bactérias resistentes a antibióticos vêm crescendo. Um estudo do governo britânico estima que, em escala global, os óbitos por cepas resistentes já cheguem a 700 mil por ano. E as coisastêm piorado. Além das bactérias, já estão surgindo fungos resistentes, como a Candida auris.

Qualquer solução passa por um esforço multinacional de ações coordenadas. O crescente número de governos isolacionistas e até antidarwinistas não dá razões para otimismo. Há urgência. O estudo britânico calcula que, se nada for feito, em 2050, as mortes por infecções resistentes chegarão a 10 milhões ao ano.

Hélio Schwartsman, “Mortes anunciadas”. Folha de São Paulo, Abril/2019. Adaptado.

O autor expressa preocupação com o fato de que as soluções para o problema apontado passam por um esforço multinacional, em face ao crescente número de governos isolacionistas, porque

  1. áreas de menor índice de desenvolvimento socioeconômico são as únicas atingidas devido à falta de recursos empregados em saúde e educação.
  2. as cepas resistentes surgem exclusivamente nos países que se negam a aderir a acordos sanitários comuns, constituindo ameaças globais.
  3. desafios atuais em meio ambiente e saúde são globais e soluções dependem da adesão de cada país aos protocolos internacionais.
  4. o comércio internacional é o principal responsável por espalhar doenças nesses países, tornando‐os vulneráveis, apesar de os programas de vacinação teremalcancemundial.
  5. a pesquisa nesta área é de âmbito nacional e, portanto, novas drogas não terão alcance mundial, mas apenas regional.

02. (UNICAMP) A esculturação das diferentes formas de relevo é resultado da interação entre diferentes agentes exógenos na paisagem, tal como ocorre com as falésias.

A partir do exposto e da ilustração abaixo, indique a alternativa que descreve os processos de recuo da falésia.

Legenda:

A: deslizamento; B: queda; C: fluxo de lama; D: água subterrânea; E: deriva litorânea (sentido das ondas).

(Adaptado de Paul R. Pinet, Fundamentos de Oceanografia. São Paulo: LTC, 2017, p. 269.)

  1. A evolução das falésias resulta de processos geomorfológicos marinhos responsáveis pela erosão da base das escarpas e pelo transporte do material.
  2. A ação da erosão marinha não interfere na evolução das escarpas das falésias, pois a variação dos níveis de água subterrânea é o principal agente dessa forma de relevo.
  3. As falésias são escarpas esculpidas em rochas metamórficas, alteradas intempericamente por agentes exógenos pluviais e marinhos em áreas tropicais.
  4. As falésias são formas de relevo tipicamente costeiras e sua evolução se dá a partir da interação de processos geomorfológicos marinhos e continentais.

03. (Fuvest) Segundo o Instituto Nacional de Meteorologia (INMET), foram registradas temperaturasreduzidas no mês de junho de 2016, tal como na madrugada do dia 13, em que se alcançou a mínima de 3,5 °C na estação meteorológica da Serra da Cantareira, na cidade de São Paulo. Além disso, de acordo com o Instituto, também ocorreram precipitações acima da média, com mais de 200 mm no total daquele mês.

a

Associando a representação esquemática aos eventos descritos, analise as seguintes afirmações:

I. O ar mais frio e denso eleva o ar mais quente, podendo originar nuvens compotencial para tempestades e precipitações.

II. Instabilidades atmosféricas podem ser geradas emrazão de o ar quente ser elevado rapidamente pelo sistema frontal.

III.O encontro de massas de arestabiliza as condições atmosféricas com o avanço e dissipação da massa de artropical.

É correto apenas o que se afirma em

  1. I.
  2. II.
  3. I e II.
  4. I e III.
  5. II e III.

04. (UNESP) Alguns especialistas argumentam que deveria haver rótulos climáticos na comida, da mesma forma que há informações sobre nutrição. Em teoria, os rótulos poderiam ajudar os consumidores a escolher produtos de baixo impacto ambiental e dariam aos agricultores e produtores mais incentivos para mudarem seus produtos.

(The New York Times. “Como fazer compras, cozinhar e comer em um mundo que está aquecendo?”. www.folha.uol.com.br, 06.05.2019. Adaptado.)

Considerando a proposta apresentada pelo excerto, um dado que poderia constar nos rótulos de alimentos seria

  1. o débito fluvial.
  2. a estrutura fundiária.
  3. o código florestal.
  4. a pegada de carbono.
  5. a diversidade ecológica.

05. (FUVEST) O processo de desertificação é definido como a degradação ambiental e socioambiental, particularmente nas zonas áridas, semiáridas e subúmidas, resultantes de vários fatores e vetores, incluindo as variações e alterações climáticas e as atividades humanas.

BRASIL, Ministério do Meio Ambiente. Disponível em http://www.mma.gov.br/.

Dentre as medidas mais adequadas para mitigação dos efeitos da desertificação encontra(m)‐se

  1. a construção de rodovias que permitam às populações mais diretamente atingidas pela seca se deslocarem diariamente para áreas mais úmidas.
  2. o uso das áreas de meia encosta como alternativa para expansão das áreas de produção de culturas temporárias e lavouras permanentes.
  3. o plantio de espécies exóticas que apresentam crescimento rápido e podem reduzir os efeitos da desertificação e da seca, como o eucalipto, por exemplo.
  4. a prevenção, recuperação e reabilitação de terras parcial ou totalmente degradadas com a recomposição de espécies nativas.
  5. os programas de incentivo para a instalação de fossas sépticas que dispensam a implantação de um sistema hídrico de saneamento básico.

06. (FATEC) “A América do Sul ficou como um continente isolado no oceano durante milhões de anos. A região amazônica era um ambiente de sedimentação e os rios equatoriais corriam no sentido oposto ao atual, desaguando no Pacífico, na atual região do golfo de Guayaquil, no Equador”.

MIRANDA, Evaristo Eduardo de. Quando o Amazonas corria para o Pacífico: uma história desconhecida da Amazônia. Petrópolis, RJ. 2 ed.: VOZES, 2007

A inversão do sentido dos rios amazônicos, mencionada no texto, ocorreu em consequência

  1. da formação de uma única massa continental, a Pangeia, na era Pré-Cambriana.
  2. do soerguimento da Cordilheira dos Andes, no período Terciário da era Cenozoica.
  3. do processo de desertificação das áreas equatoriais, no período Jurássico da era Mesozoica.
  4. do início da abertura do Oceano Atlântico e de retração do Oceano Pacífico, na era Proterozoica.
  5. do surgimento do istmo que liga a América do Norte à América do Sul, no período Carbonífero da era Paleozoica.

07. (UNICAMP) As condições atuais do clima global são responsáveis pela diferenciação da salinidade dos oceanos em diferentes latitudes, conforme a ilustração abaixo.

A partir do texto e do gráfico, é correto afirmar que:

  1. Os baixos teores de sais dos oceanos são observados em toda a faixa de baixas latitudes, em decorrência do balanço existente entre o excesso de precipitação e o declínio da evaporação ao longo de todo o ano.
  2. O excesso de precipitação nas áreas de médias latitudes e na proximidade dos polos é responsável pela ocorrência de maior salinidade nos oceanos do Hemisfério Sul.
  3. Nas áreas próximas a 90º de latitude, a salinidade dos oceanos é similar, pois as condições climáticas favorecem a ocorrência de grandes volumes de chuva e um grande deficit de evaporação.
  4. O percentual mais baixo de salinidade dos oceanos nas altas latitudes tem relação com a maior entrada de água doce nos oceanos, que ocorre em razão do derretimento de geleiras.

08. (UNESP) A generalização cartográfica é o processo que permite reconstruir em um mapa a realidade, mantendo seus traços essenciais.

Processos de generalização cartográfica

Um fator importante nesse processo de generalização cartográfica é

  1. a orientação, pois os elementos do mapa devem se manter proporcionalmente distantes entre si.
  2. a topografia, pois a precisão na análise das informações depende de relevos pouco acidentados.
  3. a escala, pois sua diminuição promove restrições que geram a perda de informações.
  4. a simbolização, pois elementos naturais e antrópicos devem ser representados em mapas diferentes.
  5. a altimetria, pois a determinação das curvas de nível é influenciada pelo ponto de observação do cartógrafo.

09. (UNICAMP) A catástrofe de Tchernóbil (1986) foi o mais grave desastre tecnológico do século XX. As explosões lançaram na atmosfera diversos elementos radioativos. Hoje, uma em cada cinco pessoas nas fronteiras da Bielorússia vive em território contaminado. Em consequência da ação constante de pequenas doses de radiação, a cada ano, cresce no país o número de doentes de câncer, de deficientes mentais, de pessoas com disfunções neuropsicológicas e com mutações genéticas.

(Adaptado de Svetlana Aleksiévitch, Vozes de Tchernóbil. São Paulo: Companhia das Letras, 1997, p.10.)

A partir do documento acima e de seus conhecimentos, assinale a alternativa correta.

  1. A construção da Central Elétrica Atômica de Tchernóbil ocorreu em um momento de embate da URSS com o mundo ocidental capitalista. Tendo em vista que os elementos lançados ao ambiente têm tempos de meiavida curtos, novas tecnologias químicas conseguiram sanar os danos ambientais e humanos gerados pelo acidente.
  2. O acidente de Tchernóbil é um marco do desmantelamento da URSS. O acidente gerou danos ambientais e humanos que não foram solucionados até hoje, uma vez que os elementos lançados ao ambiente têm tempos de meia-vida longos.
  3. O acidente de Tchernóbil é um marco do fortalecimento da URSS. Ele gerou danos ambientais e humanos que não foram solucionados até hoje, uma vez que os elementos lançados ao ambiente têm tempos de meia-vida longos.
  4. A construção da Central Elétrica Atômica de Tchernóbil ocorreu em um contexto de expansão das relações da URSS com a Coreia do Norte e a China. Tendo em vista que os elementos lançados ao ambiente têm tempos de meia-vida curtos, novas tecnologias químicas conseguiram sanar os danos ambientais e humanos gerados pelo acidente.

10. (UNICAMP) Compreender a dinâmica de vazão dos rios é fundamental para o gerenciamento dos recursos hídricos, pois a captação de água atende a diferentes necessidades da sociedade e pode ser comprometida em caso de estiagem extrema. Os gráficos de Regime Fluvial a seguir mostram a vazão de dois rios brasileiros ao longo do ano.

Considerando as informações dos gráficos e seus conhecimentos, assinale a alterativa correta.

  1. O volume correspondente à vazão dos dois rios é similar, e o volume de chuvas responsáveis pela recarga desses cursos d'água é o mesmo.
  2. Os dois rios possibilitam, durante todo o ano, o abastecimento humano, a geração de energia, a navegação e a pesca.
  3. A captação de água nos rios A e B pode ocorrer durante todo o ano, pois em ambos há excesso de água no verão e deficit no inverno.
  4. Os rios apresentam regimes fluviais diferentes: o rio A corresponde ao Regime Pluvial Tropical e o rio B representa o Regime Pluvial Semiárido.

11. (UNESP) As figuras mostram, em três momentos distintos, a distribuição da qualidade do hábitat em uma região.

Considerando conhecimentos de preservação ambiental, uma medida para minimizar os impactos da situação representada pelas figuras é

  1. o combate à prática de biopirataria.
  2. a criação de um cinturão agrícola.
  3. a adoção do sistema de terraceamento.
  4. o remanejamento de espécies ameaçadas.
  5. a implantação de corredores ecológicos.

12. (Unicamp) A figura a seguir retrata a variação latitudinal dos padrões espaciais de distribuição dos principais biomas terrestres.

Considere a figura anterior e assinale a alternativa correta.

  1. As florestas têm um aumento na diversidade de suas espécies à medida que a precipitação aumenta e as temperaturas apresentam declínio.
  2. Os desertos e as savanas ocorrem em todos os continentes, em áreas com temperaturas elevadas e baixo volume de precipitação.
  3. A taiga apresenta espécies arbóreas de maior porte em razão da umidade proveniente das baixas pressões de médias latitudes do Hemisfério Norte.
  4. As savanas e as florestas de monções dependem da sazonalidade climática: invernos frios e chuvosos, verões quentes e secos.

13. (FUVEST) Boa parte da floresta amazônica brasileira cresce sobre solos pobres. Sua exuberância, portanto, deve‐se ao fato de que uma grande proporção dos nutrientes advindos da própria floresta retorna à vegetação. Quando se derruba a floresta de uma área de dezenas de quilômetros quadrados e, em seguida, ateia‐se fogo no local como preparo para o plantio, esse ciclo é interrompido, o que causa uma série de efeitos.

Identifique corretamente a relação dos efeitos mencionados em I, II e III com a derrubada e a queima da floresta.

  1. I ‐ Diminuição de curto prazo da fertilidade do solo pela queima da vegetação.
    II ‐ Perda de biodiversidade pelo efeito direto do fogo sobre os animais silvestres. III ‐ Diminuição da evaporação da água da chuva que atinge o solo exposto.
  2. I ‐ Aumento de curto prazo da fertilidade do solo pelo efeito direto do calor do fogo sobre o solo superficial.
    II ‐ Diminuição da diversidade de animais silvestres devido à remoção da vegetação.
    III ‐ Diminuição da temperatura do solo exposto como efeito direto da remoção da vegetação.
  3. I ‐ Aumento de curto prazo da fertilidade do solo pela deposição de cinzas.
    II ‐ Perda de biodiversidade devido à remoção da vegetação.
    III ‐ Aumento temporário da evaporação da água da chuva que atinge o solo exposto.
  4. I ‐ Aumento de curto prazo da fertilidade do solo pelo efeito direto do calor do fogo sobre o solo superficial.
    II ‐ Perda de biodiversidade pelo efeito direto do fogo sobre a vegetação.
    III ‐ Diminuição temporária de absorção da água da chuva pelo solo exposto.
  5. I ‐ Aumento de longo prazo da fertilidade do solo pela deposição de cinzas.
    II ‐ Aumento da diversidade de animais silvestres devido à remoção da vegetação.
    III ‐ Aumento da erosão do solo exposto devido à remoção da vegetação.

14. (UNICAMP) A figura a seguir retrata a variação latitudinal dos padrões espaciais de distribuição dos principais biomas terrestres.

  1. As florestas têm um aumento na diversidade de suas espécies à medida que a precipitação aumenta e as temperaturas apresentam declínio.
  2. Os desertos e as savanas ocorrem em todos os continentes, em áreas com temperaturas elevadas e baixo volume de precipitação.
  3. A taiga apresenta espécies arbóreas de maior porte em razão da umidade proveniente das baixas pressões de médias latitudes do Hemisfério Norte.
  4. As savanas e as florestas de monções dependem da sazonalidade climática: invernos frios e chuvosos, verões quentes e secos.

15. (Fuvest) Em reportagem publicada em 2018, a revista FAPESP apresenta uma pesquisa da Superintendência de Controle de Endemias (SUCEN) que usou informações de data e local de mortes de macacos por um determinado vírus. A partir do estudo, construiu‐se um modelo epidemiológico que descreve o sentido de deslocamento e os corredores ecológicos funcionais (corredores prováveis) do vírus.Fuvest

Com base nas informações e no mapa, o corredor ecológico funcional desse vírus, que atingiu a maior abrangência territorial no Estado de São Paulo durante o ano de 2017, avançou principalmente por quais regiões e causou qual enfermidade?

  1. Sul de Minas Gerais e Vale do rio Ribeira de Iguape; Chikungunya.
  2. Sul de Minas Gerais e São José do Rio Preto; Dengue.
  3. Vale do rio Ribeira de Iguape e Região Metropolitana de São Paulo; Zika.
  4. Sul de Minas Gerais e Campinas; Febre Amarela.
  5. Litoral de São Paulo e Vale do rio Ribeira de Iguape; Gripe.

16. (UNICAMP) Dois amigos planejaram assistir à abertura da Copa do Mundo em Moscou. Eles partiram no dia 10 de junho de 2018 do Aeroporto Presidente Juscelino Kubitschek (Brasília), situado a 45º de longitude Oeste, às 16 horas, com destino ao Aeroporto de Heathrow (Londres), situado a 0º de longitude. O voo teve duração de 10 horas. Os dois amigos esperaram por três horas para partirem em direção ao Aeroporto Internacional Domodedovo (Moscou), situado a 60º de longitude Leste, e o segundo voo durou quatro horas.

Com base nessas informações e considerando que o continente europeu adota, neste período do ano, o horário de verão, que adianta os relógios em uma hora, indique o dia e a hora em que os dois amigos chegaram ao Aeroporto Internacional Domodedovo em Moscou

  1. 11 de junho, às 13 horas.
  2. 11 de junho, às 16 horas.
  3. 11 de junho, às 17 horas.
  4. 10 de junho, às 16 horas.

17. (FUVEST) No Brasil, várias cidades registram ocupação irregular de encostas em áreas sujeitas a deslizamentos de terra (também chamados de escorregamentos). O Instituto de Pesquisas Tecnológicas (IPT) trabalha no levantamento, mapeamento, recuperação e estabilização dessas áreas de risco. Um exemplo deste trabalho foram aqueles executados desde a década de 1970 referentes aos deslizamentos dos morros de Santos e São Vicente‐SP, cuja região é acometida há tempos por esses problemas, inclusive com a ocorrência de vítimas fatais. Para investigar os deslizamentos de terra nas áreas serranas tropicais brasileiras, o Instituto realizou levantamentos topográficos, geológicos e geomorfológicos, estudando também a distribuição dos tipos de vegetação existentes e as categorias de ocupação urbana dos morros.

  1. as característicastopográficas, geológicas e geomorfológicas de uma área de risco estão naturalmente ligadas aos escorregamentos, sendo que estradas de terra minimizam a ocorrência de deslizamentos.
  2. a ocorrência de escorregamentos é causada pela ação humana, cuja ocupação de encostas provoca o empobrecimento de solo, que acaba sendo mobilizado pela diminuição de fertilidade.
  3. o problema da ocupação de encostas e risco de escorregamentos inclui o contato entre a rocha e o solo, cuja facilidade de deslizamento é aumentada em função da inclinação do terreno e da maior ocorrência de chuvas.
  4. os deslizamentos de terra fazem parte de um conjunto de fenômenos naturais pontuais e incomuns na superfície da crosta terrestre e, portanto, não participam da escultura do relevo continental e do modelado.
  5. os escorregamentossão causados em especial pelo fato de o solo tornar‐se mais leve que a rocha subjacente durante as chuvas prolongadas de verão, facilitando seu deslizamento ao longo das encostas pouco ou nada inclinadas.

18. (UNICAMP) O termo smog se forma pela junção das palavras smoke (fumo) e fog (neblina). Ele designa o resultado da mistura de um processo natural (a neblina) com os fumos produzidos pela atividade industrial e queima de combustíveis fósseis, originando um tipo de nevoeiro que pode ser altamente tóxico. Esse fenômeno afeta principalmente as metrópoles, como São Paulo, detentora de 30% da frota de automóveis no Brasil. Um fato interessante ocorreu em 2018, com a greve dos caminhoneiros: a poluição caiu pela metade, segundo a Cetesb. Com a falta de combustíveis, houve menor circulação de carros na capital; além disso, a greve teve impacto na produção industrial, pela falta de insumos e de pessoal. Especialistas esperam que essa situação atípica na cidade leve à criação de políticas públicas voltadas à diminuição da poluição atmosférica.

  1. smog fotoquímico, que ocorre em presença de luz, é comum nos dias mais quentes e secos, e tem sua origem nos gases liberados pelos automóveis, cuja composição contém dióxido de enxofre e material particulado.
  2. smog fotoquímico, que ocorre em presença de luz, é comum nos dias mais frios e uÚmidos, e tem sua origem nos gases liberados pela atividade industrial, cuja composição contém dióxido de nitrogênio e hidrocarbonetos não queimados.
  3. smog industrial, que acompanha a inversão térmica, é comum nos dias mais quentes e secos, e tem sua origem nos gases liberados pelos automóveis, cuja composição contém dióxido de nitrogênio e hidrocarbonetos não queimados.
  4. smog industrial, que acompanha a inversão térmica, é comum nos dias mais frios e umidos, e tem sua origem nos gases liberados pela atividade industrial, cuja composição contém dióxido de enxofre e material particulado.

19. (FUVEST) Se muita gente hoje enxerga a Terra como um sistema dinâmico de conexões entre atmosfera, águas, rochas e biodiversidade, isso se deve, em larga medida, a Alexander von Humboldt (1769 – 1859). O vulcão Chimborazo (6.268 m de altitude), no atual Equador, foi utilizado por Humboldt como exemplo para apresentar com clareza, pela primeira vez, como cada faixa altitudinal em regiões montanhosas é um microcosmo de climas e biodiversidade.

Disponível em https://www1.folha.uol.com.br/ciencia/. Adaptado.

Representação esquemática do vulcão Chimborazo

Considerando a relação entre vegetação e altitude, da base até o topo das zonas do vulcão representado, é possível obter a sequência:

  1. Floresta Temperada, Floresta de Coníferas, Floresta Tropical, Exposição de Rocha, Tundra, Neve e Gelo.
  2. Floresta Temperada, Floresta Tropical, Floresta de Coníferas, Exposição de Rocha, Tundra, Neve e Gelo.
  3. Floresta Tropical, Floresta de Coníferas, Floresta Temperada, Tundra, Exposição de Rocha, Neve e Gelo.
  4. Floresta Tropical, Floresta Temperada, Floresta de Coníferas, Tundra, Exposição de Rocha, Neve e Gelo.
  5. Floresta Tropical, Floresta de Coníferas, Tundra, Floresta Temperada, Exposição de Rocha, Neve e Gelo.

20. (FATEC) Durante o século XX, a temperatura global da superfície terrestre aumentou mais de 0,6 °C e, de acordo com estudos da ONU, o planeta poderá estar 2 °C mais quente até o ano de 2100.

Os cientistas não têm mais dúvidas de que, a longo prazo, a intensificação do efeito estufa transformará a vida no planeta e consideram como principal fator causador dessas mudanças climáticas

  1. a diminuição da taxa de oxigênio atmosférico.
  2. a diminuição da taxa do gás metano na atmosfera.
  3. o aumento da taxa de dióxido de carbono na atmosfera.
  4. o aumento da quantidade de petróleo derramado no mar.
  5. a diminuição da taxa de clorofluorcarbono (CFC) na atmosfera.

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