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Idade Contemporânea

Lista de 20 exercícios sobre História com gabarito sobre o tema Idade Contemporânea com questões da UERJ.



01. (UERJ 2021)

A África do Sul comemora, em 11 de fevereiro de 2020, o 30º aniversário da saída de Nelson Mandela da prisão. “O dia 11 de fevereiro de 1990 sempre será lembrado como um dos dias mais memoráveis da história do mundo, não apenas da história da África do Sul. O dia em que Madiba foi libertado foi o dia em que todos sabíamos que o apartheid estava morto”, disse o atual presidente Ramaphosa à multidão que se reuniu para ouvi-lo.

Adaptado de noticias.r7.com, 11/02/2020.

Perto de Joanesburgo, uma autoestrada separa duas comunidades contrastantes: o bairro burguês majoritariamente branco de Primrose e a povoação de Makause, onde os mineiros desempregados se apropriaram de terras na década de 1990. Quase todos os seus moradores são negros.

Há 30 anos, a libertação de Nelson Mandela, na África do Sul, significou que o regime de apartheid “estava morto”, conforme a reportagem.

Na atualidade, a fotografia aérea de logradouros da cidade de Joanesburgo representa a seguinte herança desse regime:

  1. rigidez do planejamento urbano
  2. modernização do transporte público
  3. aprimoramento do manejo ambiental
  4. permanência da segregação espacial

02. (UERJ 2020)

Ao se ajoelhar diante do Memorial aos Heróis do Gueto de Varsóvia, em 7 de dezembro de 1970, o então chanceler federal alemão, Willy Brandt (1913-1992), protagonizou um gesto que entraria para a história como um símbolo da busca alemã pela reconciliação no pós-Guerra.

Os nazistas haviam encurralado meio milhão de judeus no Gueto de Varsóvia. Em abril de 1943, aconteceu o levante, reprimido violentamente pelas tropas de Hitler. O cair de joelhos do chefe de governo Willy Brandt e o silêncio que se seguiu repercutiram no mundo como um símbolo de arrependimento, pedido de perdão e tentativa de reconciliação da Alemanha.

Dentro do país, entretanto, Brandt foi até xingado. Vinte e cinco anos depois do final da Segunda Guerra, a viagem de Brandt à Polônia de regime comunista foi um tema extremamente controvertido na Alemanha. O objetivo era a assinatura do tratado de normalização das relações entre os dois países, que seria seguido de um acordo no mesmo sentido entre a Alemanha e a União Soviética.

A coragem e a espontaneidade de Willy Brandt naquele 7 de dezembro de 1970 foram apenas um dos motivos que lhe valeram o Prêmio Nobel da Paz do ano seguinte.

Adaptado de dw.com.

A foto e o episódio relatado na reportagem indicam transformações que afetaram a sociedade alemã entre as décadas de 1930 e 1970.

Uma dessas transformações, no âmbito das relações internacionais, está associada à seguinte mudança de orientação:

  1. do isolacionismo territorial à neutralidade militar
  2. do expansionismo comercial à proteção alfandegária
  3. do colaboracionismo migratório à discriminação étnica
  4. do nacionalismo totalitário à multilateralidade diplomática

03. (UERJ 2019)

Na esfera das relações internacionais, o contexto histórico ao qual a personagem faz referência era marcado por uma divisão do mundo decorrente sobretudo do seguinte fator:

  1. disputa religioso-cultural
  2. antagonismo étnico-linguístico
  3. bipolaridade político-ideológica
  4. rivalidade financeiro-comercial

04. (UERJ 2019)

Primo Levi, judeu e antifascista, no fim de 1943, aos 24 anos, foi preso pela polícia italiana e entregue às forças de ocupação alemãs. Logo se fechava atrás dele o portão do campo de Auschwitz com a inscrição “O trabalho liberta”, e Levi compreendeu: “Então isto é o inferno”.

Adaptado de WEINRICH, H. Lete: arte e crítica do esquecimento. Rio de Janeiro: Civilização Brasileira, 2001

No decorrer da Segunda Guerra Mundial (1939-1945), campos de concentração foram criados em vários países europeus, sendo um dos maiores o complexo de Auschwitz, na Polônia. Para lá, eram enviados em massa aqueles considerados inimigos da nação alemã. De acordo com a imagem e com o texto, a frase “O trabalho liberta” apontava para a seguinte estratégia do projeto nazista:

  1. treinamento de capitais humanos
  2. controle de recursos de pesquisas
  3. exclusão de operários improdutivos
  4. exploração da mão de obra dos reclusos

05. (UERJ 2019)

A derrota de Napoleão Bonaparte, em 1814-1815, foi registrada de diversas formas nas sociedades europeias. Na imagem, o imperador francês tenta devorar o globo terrestre, sendo atacado por uma águia, um dos símbolos do Império Russo.

Dois impactos que as guerras napoleônicas exerceram sobre as relações internacionais na Europa da época foram:

  1. crise agrária e consolidação dos Estados republicanos
  2. concorrência industrial e retomada de domínios coloniais
  3. integração comercial e declínio de monarquias absolutistas
  4. expansionismo territorial e reorganização das fronteiras políticas

06. (UERJ 2019) Tratado de Versalhes (1919)

PARTE VII

Sanções

Artigo 227

As Potências aliadas ou associadas acusam publicamente a Guilherme II de Hohenzollern, ex-Imperador da Alemanha, por ofensa suprema contra a moral internacional e a autoridade sagrada dos Tratados.

PARTE VIII

Reparações

Artigo 231

Os Governos aliados e associados declaram e a Alemanha reconhece que ela e seus aliados são responsáveis por haver causado todas as perdas e todos os prejuízos que sofreram os Governos aliados e associados e seus cidadãos, como consequência da guerra que foi imposta pela agressão da Alemanha e de seus aliados.

Adaptado de cervantesvirtual.com.

O Tratado de Versalhes foi elaborado no contexto das negociações de paz após o fim da Primeira Guerra Mundial (1914-1918).

A partir do texto, observa-se que no tratado foram instituídas cláusulas para o governo alemão com base no seguinte princípio:

  1. belicismo
  2. revanchismo
  3. integracionismo
  4. colaboracionismo

07. (UERJ 2018) No dia 25 de dezembro de 1991, Mikhail Gorbachov vivia suas últimas horas no Kremlin. Aquele foi um dia de esperança para milhões de pessoas na Rússia, que viam o futuro com otimismo. Também foi um momento de luto para outros milhões, agora ex-cidadãos soviéticos. O novo mapa significou para muitos ter de abandonar o lugar em que haviam nascido, deixar lá familiares e relíquias. “Quando foi arriada a bandeira vermelha fiquei em estado de choque”, lembra Serguei Kosarev, que tinha então 37 anos. “Eu, nascido em Sochi, tinha terminado o ensino médio no Cazaquistão. De repente, meus amigos, minha juventude, ficaram para trás em outros países. Pensei que tudo isso fosse para o mal, e no começo foi duro. Mas o pior não foi o primeiro ano da reforma econômica, e sim mais tarde, quando na Rússia deixaram de pagar em dia os salários, e havia atrasos de seis meses ou mais”, conta. “No final, no meu caso tudo foi para o bem, recuperei a religião dos meus antepassados, como outros milhões de ortodoxos, e vi meio mundo; nem uma coisa nem outra teriam sido possíveis na U.R.S.S.”, conclui.

Adaptado de brasil.elpais.com, 23/12/2016.

De acordo com a reportagem, o fim da U.R.S.S. trouxe as seguintes mudanças significativas para alguns de seus ex-cidadãos:

  1. recuperação da liberdade sindical e perda da ideologia comunista
  2. liberalização da iniciativa industrial e abandono da unidade comercial
  3. ampliação do direito trabalhista e enfraquecimento do poderio militar
  4. fragmentação do território nacional e redimensionamento da identidade cultural

08. (UERJ 2017)

As imagens acima reproduzem a capa de um livreto de 1823 e o cartaz de um filme de 2015 que contam a história de Hugh Glass, caçador e guia que se tornou referência no contexto da conquista do Oeste norte-americano, no século XIX, tendo enfrentado diversos perigos, incluindo o ataque de um urso.

A narrativa dos feitos de Hugh Glass insere-se em uma concepção nacionalista que promove a valorização do seguinte aspecto

  1. ideal civilizatório
  2. progresso material
  3. miscigenação étnica
  4. ação preservacionista

09. (UERJ 2017) Durante a Segunda Guerra Mundial (1939-1945), a ação do Partido Nazista na Alemanha ampliou a propaganda contra os que foram considerados os inimigos internos da nação germânica. O cartaz abaixo é um exemplo dessa política.

Um aspecto da ideologia nazista observado nesse cartaz é:

  1. antissemitismo
  2. anticapitalismo
  3. anticomunismo
  4. antiamericanismo

10. (UERJ 2017) Era um garoto que como eu amava os Beatles e os Rolling Stones (1967)

Era um garoto

Que como eu

Amava os Beatles

E os Rolling Stones


Girava o mundo

Sempre a cantar

As coisas lindas

Da América


Cantava viva à liberdade

Mas uma carta sem esperar

Da sua guitarra o separou

Fora chamado na América


Stop! Com Rolling Stones

Stop! Com Beatles songs

Mandado foi ao Vietnã

Lutar com vietcongs


Eu te amo, meu Brasil (1970)

As praias do Brasil ensolaradas

O chão onde o país se elevou

A mão de Deus abençoou

Mulher que nasce aqui tem muito mais amor

O céu do meu Brasil tem mais estrelas

O sol do meu país mais esplendor

A mão de Deus abençoou

Em terras brasileiras vou plantar amor


Eu te amo, meu Brasil, eu te amo

Meu coração é verde, amarelo, branco, azul anil

Eu te amo, meu Brasil, eu te amo

Ninguém segura a juventude do Brasil


A banda brasileira Os Incríveis marcou época ao cantar acontecimentos e ideias que afetavam especialmente a vida dos mais jovens no final da década de 1960, como ilustram as letras citadas.

Essas letras estão relacionadas, respectivamente, aos seguintes contextos internacional e brasileiro daquele momento:

  1. declínio do liberalismo − patriotismo militarista
  2. apogeu do imperialismo − naturalismo romântico
  3. bipolaridade da Guerra Fria − nacionalismo ufanista
  4. política da coexistência pacífica − conservadorismo ambiental

11. (UERJ 2016)

Em 2007, na Espanha, aprovou-se uma lei que possibilitou indenizar vítimas da Guerra Civil (1936-1939) e do governo de Francisco Franco (1939-1975). A ação retratada na fotografia também é decorrente dessa lei.

No contexto das denúncias e apurações acerca dos crimes cometidos pelo governo franquista, a retirada da estátua equestre está associada à seguinte proposta:

  1. rejeição da história política
  2. reforço da identidade nacional
  3. redistribuição do patrimônio cultural
  4. redimensionamento da memória social

12. (UERJ 2016) A Europa passou por grande número de reconfigurações territoriais, em virtude das disputas seculares entre os povos do continente. No mapa abaixo, elaborado em 2014, estão assinalados, para cada país europeu, o nome da última potência estrangeira a desocupar aquele espaço nacional e o ano em que isso ocorreu.

A desocupação estrangeira na Europa Oriental, após a Segunda Guerra Mundial, está associada ao seguinte contexto geopolítico:

  1. fim da Guerra Fria
  2. fundação da União Europeia
  3. término da Crise dos Mísseis
  4. início da Coexistência Pacífica

13. (UERJ 2017) Se há apenas cinco ou dez anos dissessem a alguém em Cuba que um presidente norte-americano visitaria a Ilha, a resposta seria um sorriso irônico; mas se fosse mencionada a possibilidade de ver os Rolling Stones tocando em Havana, a reação teria sido uma gargalhada – ou um grito, se a pessoa assim informada tivesse seus 60 ou 70 anos de vida. Porque aqueles que fomos jovens em Cuba na década de 1960 dificilmente esqueceremos as críticas políticas quando confessávamos ouvir os Beatles ou os Stones. Quem poderia ter previsto? Definitivamente, os tempos estão mudando.

LEONARDO PADURA

Adaptado de Folha de S. Paulo, 12/03/2016.

As considerações do escritor sobre a sociedade cubana indicam que, na década de 1960 e no momento atual, as diferenças entre as condições de vida são contextualizadas, respectivamente, pelos seguintes aspectos das relações internacionais:

  1. expansão mundial de regimes totalitários – supremacia das concepções neoliberais
  2. crescimento da influência global soviética – afirmação da hegemonia norte-americana
  3. bipolaridade entre capitalismo e socialismo – multipolaridade da ordem econômica
  4. política externa independente na América Latina – integração das nações subdesenvolvidas

14. (UERJ 2017)

Publicados originalmente na Argentina, entre os anos de 1964 e 1973, os quadrinhos da Mafalda expressavam o olhar de seu autor sobre os acontecimentos da época.

Considerado aquele contexto geopolítico, a tirinha acima faz referência à seguinte estratégia característica das grandes potências da época:

  1. formação de áreas de influência
  2. constituição de blocos de comércio
  3. integração de mercados de consumo
  4. estabelecimento de colônias de exploração

15. (UERJ 2017) Depois da votação no parlamento alemão da resolução que classifica a matança de armênios pela Turquia como genocídio, as relações entre Turquia e Alemanha ameaçam congelar. A Comissão de Relações Internacionais do Parlamento turco acusou os alemães de deturparem fatos históricos sobre os acontecimentos de 1915. A Turquia, até hoje, nega veementemente que se trate de genocídio a morte de até 1,5 milhão de armênios em massacres e marchas ao deserto ordenadas pelo Império Otomano, sobretudo entre 1915 e 1917.

Adaptado de O Globo, 03/06/2016.

No contexto dos efeitos da Segunda Guerra Mundial (1939-1945), a ONU passou a conceber o genocídio como um crime contra o Direito Internacional.

De acordo com o texto acima, o posicionamento do governo turco indica o temor de possíveis punições, especialmente se esse organismo internacional conceber o massacre dos armênios como um ato deliberado de:

  1. limpeza étnica
  2. segregação política
  3. rivalidade nacionalista
  4. discriminação religiosa

16. (UERJ 2016) CAMPOS DE “REEDUCAÇÃO PELO TRABALHO” NA CHINA: A MUDANÇA DE UM SISTEMA DE OPRESSÃO POR OUTRO

A extinção do sistema chinês de campos de “reeducação pelo trabalho” (RTL) arrisca não ser mais do que uma mudança cosmética. “Abolir o sistema de RTL é um passo na direção certa. Mas há agora indicadores de que isto é apenas para desviar as atenções públicas dos abusos cometidos naqueles campos, onde a tortura é uma prática sistemática. É claro que as políticas subjacentes de castigar pessoas pelas suas atividades políticas ou pelas suas crenças religiosas não mudaram. Os abusos e a tortura continuam na China, apenas assumiram uma expressão diferente”, sustenta a perita Corinna Barbara Francis, da Anistia Internacional.

Adaptado de amnistia-internacional.pt, 17/12/2013.

Nas últimas quatro décadas, o sistema político chinês vem evoluindo de forma muito lenta, se comparado às grandes mudanças econômicas observadas no país.

A prática mencionada no texto foi intensamente utilizada no momento da história chinesa denominado:

  1. Longa Marcha
  2. Guerra do Ópio
  3. Revolução Cultural
  4. Levante dos Boxers

17. (UERJ 2016) En La Habana: De olho nos novos negócios

Os novos negócios em Havana impulsionaram outro setor, até então pouco em voga na ilha: a publicidade. As histórias de pequenos empreendedores que deram certo foram a inspiração para a revista eletrônica mensal En la Habana, que chegou ao seu terceiro número em março deste ano. O objetivo, segundo um dos seus criadores, é mostrar o que está acontecendo na cidade e as transformações no país, principalmente na capital.

Adaptado de O Globo, 06/04/2015.

Cuba passou a ser um país socialista após a revolução ocorrida em 1959. Nas últimas décadas, porém, tem vivenciado mudanças derivadas da dissolução da U.R.S.S., dentre as quais estão as citadas no trecho da reportagem.

A expansão desses novos negócios cubanos está diretamente relacionada à expectativa da seguinte possibilidade:

  1. integração com países latino-americanos
  2. celebração de acordo comercial com a China
  3. fim do embargo econômico norte-americano
  4. liberalização para investimentos de capitais europeus

18. (UERJ 2015) Big Science (Grande Ciência) é um tipo de pesquisa científica realizado por grupos numerosos de cientistas e técnicos, com instrumentos e insumos em larga escala, financiados por fundos governamentais e por agências internacionais. No momento de seu surgimento, durante a Segunda Guerra Mundial e nos anos da Guerra Fria, a Big Science integrou esforços econômicos e políticos do governo dos E.U.A. visando à segurança nacional.

Adaptado de global.britannica.com.

O apoio a projetos de Big Sciencepelo governo dos E.U.A., no contexto da Guerra Fria, esteve diretamente relacionado ao desenvolvimento do seguinte aspecto:

  1. globalização dos mercados financeiros e de trabalho
  2. cooperação tecnológica entre países periféricos e centrais
  3. Integração entre conhecimentos científicos e mudanças demográficas
  4. modernização dos sistemas de informação e comunicação aeroespacial

19. (UERJ 2015) O patriotismo é o amor pelos seus; o nacionalismo é o ódio pelos outros.

Romain Gary (1914-1980) Citado por Henri Deleersnijder. O Globo, 28/07/2014

A frase do escritor francês Romain Gary ajuda a compreender como reivindicações de autonomia de povos e sociedades variadas acabam por ocasionar disputas territoriais e políticas.

Um exemplo dessa situação é a eclosão da Primeira Guerra Mundial (1914-1918), para a qual contribuiu o seguinte fator:

  1. difusão do domínio soviético
  2. expansão do ideal pangermânico
  3. agravamento das crises balcânicas
  4. crescimento das ações antissemitas

20. (UERJ 2015) Rússia formaliza anexação da Crimeia

A Rússia anexou formalmente a Península da Crimeia a seu território, depois de um duro discurso do presidente Vladimir Putin em meio a pesadas críticas aos E.U.A., à União Europeia e ao governo interino da Ucrânia. Nesse discurso que antecedeu a assinatura da anexação da Crimeia, Putin destacou a questão como vital para os interesses russos. Segundo ele, o Ocidente “cruzou uma linha vermelha” ao interferir na Ucrânia. “A Crimeia sempre foi e é parte inseparável da Rússia”, declarou o presidente.

Adaptado de estadao.com.br, 18/03/2014.

O evento abordado na reportagem está simultaneamente associado ao presente e ao passado dos povos envolvidos.

Para explicar essa ação russa em relação à Crimeia, são fundamentais os seguintes interesses do atual governo Putin:

  1. superar o pan-eslavismo − reduzir a diversidade étnica
  2. estimular a economia − ampliar a produção energética
  3. combater a corrupção − reconstruir a geopolítica global
  4. reforçar o nacionalismo − consolidar a geoestratégia militar

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