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Idade Contemporânea

Lista de 17 exercícios sobre História com gabarito sobre o tema Idade Contemporânea com questões da UEMA.



01. (UEMA 2021)

“Então você lê livros, hein?” Cartum de Herblock no Washington Post, 24/04/1949.

https://www.loc.gov/rr/print//swann/herblock/images/s03399u.jpg

O período dos anos 1950, nos Estados Unidos, é marcado pela Guerra Fria, momento que surgiu também o Macarthismo, influenciado pelas ideias do senador Joseph McCarthy. Esse período está retratado na charge. Os elementos fundamentais dessa política dos Estados Unidos dos anos 50 são indicados na seguinte opção:

  1. a consolidação das liberdades democráticas, a revolução cultural (Contracultura), o aumento do número de sindicatos, fortalecedores dos trabalhadores.
  2. a corrida armamentista e espacial à Lua, o movimento hippie pelas liberdades, o ataque da Baía dos Porcos, em Cuba, adversário histórico do governo.
  3. a política do New Deal, a luta pelos direitos das mulheres, a Guerra do Vietnam, na Ásia, inimigo político do Estado norte-americano.
  4. o desrespeito aos direitos civis, o combate ao comunismo, a perseguição a funcionários públicos e a artistas, considerados perigosos.
  5. o envolvimento na Segunda Guerra Mundial, o desenvolvimento das técnicas de espionagem contra a União Soviética, o fortalecimento dos regimes fascista e nazista.

02. (UEMA 2020) As imagens mostram, respectivamente, a famosa catedral de S. Basílio, representante do poder religioso que dava sustentáculo ao regime absolutista do czar Nicolau II, da Rússia, e um poster dos primeiros dias da Guerra Civil (1918), a chamar as mulheres para se juntarem à resistência em favor dos revolucionários.

Figura 1 – Foto da Catedral de São Basílio, em Moscou, na Rússia.

https://pt.wikipedia.org/wiki/Catedral_de_S%C3%A3o_Bas%C3%ADlio

Figura 2 - Mulheres Trabalhadoras, Ergam as Vossas Espingardas! (Cartaz Alusivo à Revolução Russa), Artista: Lev Brodarty. Ano: 1918.

https://fflc.org.mz/eng/Gallery/2017/Outubro/OUTUBRO-1917-RUSSIA

A partir da Revolução de 1917, a Rússia passou a ser conhecida como a União das Repúblicas Socialistas Soviéticas (URSS).

Os líderes e os objetivos da Revolução Russa foram os seguintes:

  1. Os girondinos, liderados por Stálin, apoiavam uma mudança radical na sociedade, a reforma trabalhista para dar mais direitos aos operários e a entrega das empresas estatais à iniciativa privada.
  2. Os mencheviques, liderados pelo czar Nicolau II, defendiam uma monarquia parlamentar no país, a participação do proletariado e da burguesia nas instâncias de decisão política, de maneira paritária.
  3. Os jacobinos, liderados por Karl Marx, defendiam o fim da monarquia absolutista, a instalação de um governo social-democrata e direitos sociais aos camponeses para participarem da política.
  4. Os bolcheviques, liderados por Lênin, defendiam todo o poder ao proletariado, a nacionalização dos bancos e das propriedades privadas e a adoção de um novo sistema de produção econômico.
  5. Os sans-culottes, liderados por Trotsky, apoiavam a livre concorrência na economia, o estabelecimento de um governo socialista e o uso mercantil das terras para a reforma agrária.

03. (UEMA 2019) Para responder à questão, leia o texto trata dos regimes autocráticos

Regimes políticos autocráticos se distinguem por não estabelecer as mesmas relações com a sociedade civil.

O objetivo dos regimes tidos por autoritários não é instaurar uma nova sociedade, mas reprimir as ideias e os movimentos sociais considerados perigosos para os interesses do grupo social dominante. Para garantir vantagens de uma determinada classe, o principal instrumento desse tipo de regime é a brutal repressão aos seus opositores, cuja consequência imediata é um forte processo de despolitização dos cidadãos. Tal situação encontramos na recente história do Brasil no século XX durante o regime conhecido como ditadura civil-militar (1964-1985). Por outro lado, o nazismo alemão foi um regime totalitário marcante do século XX. Um dos fundamentos da nova sociedade que o regime nazista pretendia instituir era a supremacia racial, que classificava e hierarquizava os seres humanos de acordo com sua origem étnica. Para os nazistas, os arianos eram considerados uma raça superior, Os ciganos e os judeus, por exemplo, eram vistos como inferiores. Campos de concentração foram construídos para recolher e assassinar os perseguidos pelo nazismo, que também incluíam homoafetivos e pessoas com deficiência.

Fonte: BELO, Renato dos Santos. Filosofia: história e dilemas. São Paulo: FTD. 2015 (adaptado)

Pode-se inferir que uma característica comum entre o regime autoritário e o regime totalitário é

  1. instaurar nova sociedade igualitária.
  2. defender as novas ideias de participação.
  3. garantir a supremacia de uma classe e/ou etnia.
  4. aceitar os movimentos sociais.
  5. garantir a politização dos cidadãos.

04. (UEMA 2019) Analise a imagem para responder à questão.

Uma vítima das atrocidades dos belgas no Congo, junto a um missionário (ca. 1890-1910).

Fonte: coomundorealwordpress.com

A atual República Democrática do Congo foi dominada a partir do século XIX por Leopoldo II, da Bélgica, governante do Estado Livre do Congo, entre 1885 a 1908. Esse fato está inserido no Imperialismo europeu, na chamada Partilha da África.

Sobre o domínio colonial do Congo, neste período, é possível afirmar que

  1. os colonizadores valorizavam a superioridade do homem branco, com o propósito central de levar a cultura e os conhecimentos para aqueles povos, visando a educar as populações africanas, motivo pelo qual praticaram violência, com o uso da mutilação.
  2. o homem branco considerava que carregava um verdadeiro fardo porque tinha o propósito filantrópico de levar a civilização e o progresso para os países africanos, pois se utilizavam da violência e do trabalho missionário para cristianizar o africano.
  3. o tratamento dado às populações africanas, embora caracterizado por conflitos e por violências, com mutilações, mostra a preocupação dos europeus em levar melhorias do capitalismo a esses povos, tais como, as ferrovias, o telégrafo e a eletricidade.
  4. aideologia da superioridade do homem brancotinha por objetivo a preocupação com o desenvolvimento sustentável dos países da África, no que encontrava a rebeldia dos próprios africanos, resultando em conflitos e em mutilações.
  5. a população do Congo resistiu à dominação realizada pela Bélgica, que tinha o objetivo de explorar as riquezas e o trabalho locais, por isso os habitantes da região foram tratados de forma violenta pelos colonizadores, com a prática de mutilação do nativo.

05. (UEMA 2017) A propaganda foi um dos pilares da ascensão do regime nazi-fascista. Confiada ao Ministro Joseph Goebbels, foi cuidadosamente planejada. A imagem a seguir faz referência ao documentário encomendado por Hitler à cineasta Leni Riefenstahl acerca do Congresso Nacional Socialista Alemão de 1934.

Considerando as informações contidas na capa do documentário, pode-se concluir que uma das características do projeto nazifascista é a seguinte:

  1. Manutenção das estruturas políticas da Alemanha do pós-guerra para marcar o equilíbrio e a sintonia entre os poderes.
  2. Utilização de símbolos para resgatar o esplendor da Alemanha nas primeiras décadas do século XX.
  3. Grandes manifestações de massas para fortalecer o caráter democrático do projeto.
  4. Mobilização das massas por meio de paradas, desfiles monumentais e discursos inflamados para conquistar o apoio ao projeto.
  5. Equilíbrio de poder entre o grupo que compunha a cúpula nazista para fazer com que as decisões fossem coletivamente tomadas.

06. (UEMA 2017) Contemporaneamente, na África, há ‘povos’ que estão em territórios de países com grande efervescência de lutas internas, rivalidades tribais, variados conflitos causados pelo estabelecimento de um modelo de divisão política em Estado-Nação.

O quadro descrito é resultado de um processo histórico construído a partir da expansão marítimo-comercial, iniciado no século XV e que hoje traduz um cenário de conflitos, de pobreza e de dependência.

Os motivos geradores do quadro de conflitos vivenciados na África são

  1. a colonização europeia e, posteriormente, a descolonização, após a Segunda Guerra, que deixou dentro de um Estado-Nação uma diversidade de povos, outrora livres, com idiomas e costumes muito diferentes, mas que agora estão em um mesmo país.
  2. a interferência da Europa e dos E.U.A. na economia de mineração, que gera lutas entre grupos que desejam assumir o poder nacional e a diminuição de espaços voltados à agricultura de subsistência, substituídos pela agricultura mecanizada.
  3. a luta pelas riquezas minerais entre os povos de diferentes culturas e religiões que se pretendem sobrepor aos demais e a colonização estadunidense na porção sul africana na primeira metade do século XX.
  4. a colonização europeia que escravizou a maior parte da população do centro-norte africano, submetendo os povos à fuga para o sul, gerando conflitos entre esses povos e o advento do islamismo a partir dos sunitas que pregam a guerra pela fé.
  5. a colonização e a neocolonização do continente africano pelos estadunidenses e europeus, respectivamente, que impuseram o modelo de divisão política em países, sem considerar as diferenças entre os brancos, do norte, os pardos do Saara e os negros do sul.

07. (UEMA 2016)

A imagem se refere à situação das receitas e das despesas do Estado francês na década de 1780. Pode-se analisar pelos dados que

  1. a maior arrecadação do Estado era proveniente dos impostos diretos, pagos, em sua grande maioria, pelos representantes da Igreja Católica francesa, uma das mais poderosas da Europa.
  2. o elevado déficit público do Estado francês foi um elemento central para o contexto histórico de profunda crise econômica que favoreceu a eclosão da Revolução Francesa em 1789.
  3. a crise econômica relacionava-se diretamente às questões internas, já que, no cenário internacional, os negócios contribuíram de forma significativa para as receitas do Estado francês.
  4. os gastos com o pagamento da dívida representavam uma pequena parcela das despesas estatais, o que indicava a possibilidade de recuperação rápida da economia francesa.
  5. a opulência da nobreza francesa era a responsável pela fração mais elevada dos gastos do Estado, seu principal financiador.

08. (UEMA 2015) Atente para as informações da reportagem abaixo.

França inicia celebração dos 70 anos do ”Dia D” com homenagem às vítimas.

Presidente francês lembrou as 20 mil vítimas civis da batalha da Normandia. Foi o primeiro reconhecimento oficial aos mortos civis na região.

O presidente da França, François Hollande, e o presidente dos EUA, Barack Obama, são vistos durante cerimônia de homenagem às vítimas do desembarque na Normandia nesta sexta-feira da France Presse (Foto: Damien Meyer/AFP).

O presidente francês, François Hollande, iniciou, nesta sexta-feira (6/6/2014), as cerimônias que marcam o 70º aniversário do desembarque aliado com uma homenagem em Caen às 20 mil vítimas civis da batalha da Normandia, noroeste da França. "Hoje gostaria, neste 70º aniversário, que a homenagem da nação se dirigisse a todos, civis e militares [...] que o papel dos normandos seja reconhecido por todos", declarou o chefe de Estado em um discurso no Memorial da cidade.

Fonte: Disponível em: <http://g1.globo.com/mundo/noticia/2014/06/franca-inicia-celebracao-dos-70-anos-do-dia-d-com-homenagem-vitimas.html>. Acesso em: 11 jun. 2014.

O conjunto de operações militares durante a Segunda Guerra Mundial, que abalou o poderio do exército alemão na Europa, ficou conhecido como o ”Dia D”. Na celebração do 70º aniversário do “Dia D”, o presidente francês discursou, destacando o/a

  1. supremacia francesa diante das tropas inimigas.
  2. resistência francesa organizada em território inglês.
  3. importância da população civil para a vitória francesa.
  4. apoio decisivo dos Estados Unidos para o desfecho do conflito.
  5. vitória das tropas dos “Aliados” contra as forças nazifascistas.

09. (UEMA 2015) A Constituição dos Estados Unidos da América foi aprovada em 1787 e ratificada no ano seguinte. Contudo, nas décadas posteriores, várias emendas foram acrescentadas ao texto original, como a que segue.

Emenda XIII

Votada pelo Congresso em 31 de janeiro de 1865. Ratificada em 6 de dezembro de 1865.

Seção 1. Não haverá, nos Estados Unidos ou em qualquer lugar sujeito a sua jurisdição, nem escravidão, nem trabalhos forçados, salvo como punição por um crime pelo qual o réu tenha sido devidamente condenado.

Fonte: Disponível em: . Acesso em: 21 jun. 2014.

A aprovação dessa Emenda, no ano de 1865, deu-se em meio às tensões provocadas pelo(a)

  1. aumento dos impostos sobre o comércio de escravos.
  2. crise da produção algodoeira nas fazendas escravistas.
  3. queda da produção industrial baseada em mão de obra livre.
  4. reação diplomática dos países europeus contrários à escravidão.
  5. conflito militar entre as tropas da União e dos estados escravocratas do Sul.

10. (UEMA 2014) “Os carneiros, antes animais tão delicados e inofensivos, tornaram-se devoradores de homens.”

Fonte: MORUS, Thomas. A Utopia. Tradução: Paulo Neves. Porto Alegre: L&PM Editores, 1ª Ed. 1997.

A frase de Morus faz alusão a um dos principais fatores que antecedeu a Revolução Industrial, conhecido como

  1. as doenças provocadas pelas condições de trabalho.
  2. o surgimento da propriedade privada.
  3. o cercamento dos campos.
  4. o nascimento da classe operária.
  5. a separação entre capital e trabalho.

11. (UEMA 2014) Até 1880, em cerca de 80% do seu território, a África era governada por seus próprios reis, rainhas, chefes de clãs e de linhagens, em impérios, reinos, comunidades e unidades políticas de porte e natureza variados.

No entanto, nos trinta anos seguintes, assiste-se a uma transmutação extraordinária, para não dizer radical, dessa situação. Em 1914, com a única exceção da Etiópia e da Libéria, a África inteira vê-se submetida à dominação de potências europeias, dividida em colônias de dimensões diversas, mas, de modo geral, muito mais extensas do que as formações políticas preexistentes e, muitas vezes, com pouca ou nenhuma relação com elas. Nessa época, aliás, a África não é assaltada apenas na sua soberania e na sua independência, mas também em seus valores culturais.

HISTÓRIA Geral da África, v. VII. África sob dominação colonial. Editado por Albert Adu Boahen. 2 ed. Brasília: Unesco, 2010.

A "transmutação extraordinária" evidenciada no texto está diretamente associada

  1. à influência africana na Primeira Guerra Mundial.
  2. ao incremento dos conflitos entre reinos africanos.
  3. à substituição de governos autóctones por europeus.
  4. à valorização de tradições milenares dos povos africanos.
  5. à destruição dos laços culturais que uniam Europa e África.

12. (UEMA 2013) O cumprimento do nosso destino manifesto se espalhou pelo continente atribuído pela Providência Divina para o livre desenvolvimento dos nossos milhões [de habitantes] recentemente multiplicados.

O‘SULLIVAN, J. L. Annexation. United States Magazine and Democratic Review, jul/ago. 1845. (traduzido.)

O texto, de autoria do jornalista estadunidense John L. O‘Sullivan, foi elaborado num momento da história de seu país, caracterizado pelo(a)

  1. expansão territorial em direção ao oeste.
  2. reconstrução após a Guerra da Secessão.
  3. hegemonia política no continente americano.
  4. envolvimento da Guerra Hispano-Americana.
  5. combate ao racismo nas fronteiras da expansão.

13. (UEMA 2012) Das alternativas abaixo, marque aquela que apresenta o sentido de cultura elaborado pelos humanistas no Renascimento do século XVI.

  1. Cultura é a valorização do trabalho, pois se acredita que pelo trabalho o homem não só aprimora suas habilidades como também ganha dignidade.
  2. Cultura é o cultivo do espírito no sentido de seguir firmemente os ordenamentos de Deus aqui na terra como necessário para a salvação da alma.
  3. Cultura é o cultivo do espírito, exprimindo a ação de desenvolver a capacidade intelectual e de aprimorar as qualidades naturais dos homens.
  4. Cultura seria associada à prática do lazer, do cultivo às artes, à ciência e às letras.
  5. Cultura seria o fazer humano por meio do qual o homem produz bens materiais e se autoproduz.

14. (UEMA 2012) As épocas históricas do mundo ocidental: antiga, média, moderna e contemporânea são construções discursivas, até certo ponto arbitrárias, inventadas pelo modelo quadripartite francês durante o século XIX. Como construção social, convencionou-se estipular a época moderna, compreendida entre os séculos XV e XVIII. Dessa forma, esse período foi caracterizado como

I - um período novo, moderno, derivado do latim modernitas, estabelecido a partir do novo antropocentrismo: a relação de Deus como centro do Universo e o desenvolvimento de um novo humanismo.

II - um período de “desencantamento” do mundo, do fim da tradição antiga, segundo Hannah Arendt, pois nessa fase o que passou a mover as sociedades modernas foi a razão, o progresso e a nova concepção de política.

III - uma ciência moderna — elemento diferenciador de qualquer outra época — pautada no empirismo, refutando a religião, a intuição e até mesmo a especulação filosófica como elementos conhecedores do mundo.

IV - instaurador de uma nova lógica econômica, o sistema capitalista, que mudou as relações de trabalho, acelerou a exploração da natureza, colonizou a América e estabeleceu a Europa como região hegemônica economicamente.

V - um modelo que estigmatizou o Oriente como exemplo a não ser seguido, pois não se equiparou ao Ocidente que, através da técnica, do capital e da ideologia cristã sobrepujou outras regiões, como a África.

Estão corretas apenas as alternativas

  1. III, IV e V.
  2. I, III, IV e V.
  3. II, III, IV, e V.
  4. IV e V.
  5. II e V.

15. (UEMA 2012) Sobre a ascensão de Hitler ao poder, é possível afirmar que

  1. os nazistas chegaram ao poder através de um golpe, o Putsch de Munique e, logo após, Hitler iniciou uma política militarista anexando a Áustria, a Tchecoslováquia e a Itália à Alemanha.
  2. o Partido Nazista chegou ao poder por via eleitoral, no início de 1930, devido à grave crise econômica, decorrente da Crise de 29 na Alemanha, que provocou alta inflação e desemprego.
  3. o Partido de Hitler ascendeu logo após o fim da Primeira Grande Guerra, em virtude de a burguesia alemã ter dado a ele o seu apoio por medo de uma revolução proletária.
  4. os nazistas foram apoiados inicialmente por Stálin (URSS), que patrocinou o livro Minha Luta, de Hitler, e o apoiou financeiramente em virtude de suas ideias nacionais socialistas.
  5. o Partido Nazista realizou um golpe e tomou o poder a partir dos anos 30, na medida em que os comunistas haviam realizado o incêndio criminoso do Reichstag.

16. (UEMA 20) O século XIX apresenta como particularidade um complexo conjunto de fatores socioeconômicos negativos como: situação de miséria do operariado, diminuição das colheitas e repressão à liberdade de expressão. Essa conjuntura contribuiu para a eclosão das chamadas revoluções liberais de 1830 e 1848 que, dentre os elementos de singularidade, pode-se estacar:

  1. Tanto a revolução de 1830, quanto a de 1848, devem ser caracterizadas como democráticas, pois eclodiram após a restauração dos Stuarts, consolidando o fim do Império Napoleônico.
  2. Na França, a revolução de 1830 pode ser caracterizada como uma revolução liderada pela alta burguesia, enquanto a de 1848 foi impulsionada pela aliança temporária entre burguesia e proletariado.
  3. Essas revoltas repercutiram em vários territórios europeus contribuindo para a eclosão de diversos movimentos revolucionários isolados. No caso da Bélgica, o proletariado aproveitou a onda revolucionária para se rebelar e promover com êxito a sua independência em relação à Holanda.
  4. Somente a revolução de 1848 pode ser caracterizada como uma revolução democrática, uma vez que, teve como elemento de eclosão o nacionalismo que, no caso francês, desrespeitava a formação dos laços étnicos, lingüísticos e culturais.
  5. Um dos principais reflexos das revoluções liberais francesas de 1830 e 1848, deu-se na Itália, quando em janeiro de 1848, os camponeses da Sicilia se rebelaram e proclamaram a República Romana que, depois de sufocada, voltou a ser anexada ao Vaticano.

17. (UEMA 2010) O começo do século XX foi atravessado por uma enorme tensão e rivalidade entre as potências industrializadas. Essa tensão gerada por disputas territoriais e mercadológicas contribuiu para a eclosão do primeiro conflito com dimensões mundiais em 1914. Sobre esse conflito, é correto afirmar:

  1. Foi um conflito genuinamente europeu tendo como características principais a formação de alianças como a Tríplice Aliança, composta inicialmente por Rússia, França e Inglaterra, e a Tríplice Entente, composta por Alemanha Áustria e Hungria.
  2. A primeira guerra mundial ficou conhecida como guerra de trincheiras, em que cada lado procurava garantir suas posições, evitando a aproximação do inimigo. Isso contribuiu para a vitória da Tríplice Aliança, já que os americanos tinham larga experiência nesse tipo de conflito.
  3. A entrada dos Estados Unidos na Guerra foi fator determinante para o fortalecimento da Tríplice Aliança na medida em que, além da ajuda financeira, os americanos decidiram participar efetivamente do conflito.
  4. Dentre as tensões que contribuíram para o começo da primeira guerra mundial em 1914, a crise do Marrocos em que a França e a Alemanha disputavam o território africano, e a crise balcânica, caracterizada pelo nacionalismo da Sérvia e pelo expansionismo da Áustria, foram determinantes para a eclosão do conflito.
  5. Com o tratado de Brest-Litovsky a Rússia saiu da guerra por causa da revolução, uma vez que, com a entrada dos americanos no conflito, os mencheviques, se recusaram a continuar afirmando que a primeira guerra mundial tornou-se um conflito eminentemente capitalista.

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