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Idade Moderna

Lista de 20 exercícios de História com gabarito sobre o tema Idade Moderna com questões do Enem.



01. (Enem 2020) Desde o mundo antigo e sua filosofia, que o trabalho tem sido compreendido como expressão de vida é degradação, criação e infelicidade, atividade vital é escravidão, felicidade social e servidão. Trabalho e fadiga. Na Modernidade, sob o comando do mundo da mercadoria e do dinheiro, a prevalência do negócio (negar o ócio) veio sepultar o império do repouso, da folga e da preguiça, criando uma ética positiva do trabalho.

ANTUNES. R O século XX e 8 era da degradação do trabalho In SILVA. J P. (Org) Por uma sociologia do século XX. São Paulo: Annablume. 2007 (edaptado).

O processo de ressignificação do trabalho nas sociedades modernas teve início a partir do surgimento de uma nova mentalidade, influenciada pela

  1. reforma higienista, que combateu o caráter excessivo e insalubre do trabalho fabril.
  2. Reforma Protestante, que expressou a importância das atividades laborais no mundo secularizado.
  3. força do sindicalismo, que emergiu no esteio do anarquismo reivindicando direitos trabalhistas.
  4. participação das mulheres em movimentos sociais, defendendo o direito ao trabalho.
  5. visão do catolicismo, que, desde a Idade Média, defendia a dignidade do trabalho e do lucro.

02. (Enem PPL 2020) Ordena-se pela autoridade do Parlamento, que ninguém leve, ou faça levar, para fora deste reino ou Gales, ou qualquer parte do mesmo, qualquer forma de dinheiro da moeda desse reino, ou de dinheiro e moedas de outros reinos, terras ou senhorias, nem bandejas, vasilhas, barras ou joias de ouro guarnecidas ou não, ou de prata, sem a licença do rei.

HUBERMAN, L. História da riqueza do homem. Rio de Janeiro: Zahar, 1978.

A temática exposta no texto, referente à Inglaterra dos séculos XVI e XVII, caracteriza uma associação entre

  1. determinação de regras protecionistas e fortalecimento das instituições monárquicas.
  2. racionalização da empresa colonial e reconhecimento dos particularismos regionais.
  3. demarcação de fronteiras comerciais e descentralização dos poderes políticos.
  4. expansão das atividades extrativas e questionamento da investidura divina.
  5. difusão de práticas artesanais e aumento do controle do legislativo.

03. (Enem Digital 2020) Certos músicos agradavam tanto ao público da Corte por seu talento especial como virtuose ou como compositor, que sua fama se espraiava para além da Corte local onde estavam empregados, chegando aos mais altos níveis. Eram chamados para tocar nas Cortes dos poderosos, como aconteceu com Mozart; imperadores e reis exprimiam abertamente prazer com sua arte e admiração por suas realizações. Tinham permissão para jantar à mesma mesa — normalmente em troca de uma execução ao piano; muitas vezes se hospedavam em seus palácios quando viajavam e assim conheciam intimamente seu estilo de vida e seu gosto.

ELIAS, N. Mozart, sociologia de um gênio. Rio de Janeiro: Jorge Zahar, 1995 (adaptado).

Com base no caso descrito, qual elemento histórico do Antigo Regime contrasta com o trânsito de intelectuais e artistas pelas Cortes?

  1. Rigidez das estruturas sociais.
  2. Fragmentação do poder estatal.
  3. Autonomia de profissionais liberais.
  4. Harmonia das relações interindividuais.
  5. Racionalização da administração pública.

04. (Enem Digital 2020) Sempre que se evoca o tema do Renascimento, a imagem que imediatamente nos vem à mente é a dos grandes artistas plásticos e de suas obras mais famosas, amplamente reproduzidas e difundidas até os nossos dias, como a Monalisa e a Última ceia, de Leonardo da Vinci, o Juízo final, a Pietá e o Moisés, de Michelangelo, assim como as inúmeras e suaves Madonas, de Rafael, que permanecem ainda como modelo mais frequente de representação da mãe de Cristo. Como veremos, de fato, as artes plásticas acabaram se convertendo num centro de convergência de todas as principais tendências da cultura renascentista.

SEVCENKO, N. O Renascimento. Campinas: Atual, 1988 (adaptado).

Esse movimento cultural, inserido no processo de transição da modernidade europeia, caracterizou-se pela

  1. validação da teoria geocêntrica.
  2. valorização da integração religiosa.
  3. afirmação dos princípios humanistas.
  4. legitimação das tradições aristocráticas.
  5. incorporação das representações góticas.

05. (Enem 2019) Dificilmente passa-se uma noite sem que algum sitiante tenha seu celeiro ou sua pilha de cereais destruídos pelo fogo. Vários trabalhadores não diretamente envolvidos nos ataques pareciam apoiá-los, como se vê neste depoimento ao The Times: “deixa queimar, pena que não foi a casa”, “podemos nos aquecer agora”; “nós só queríamos algumas batatas; há um fogo ótimo para cozinhá-las”.

HOBSBAWM, E.; RUDÉ, G. Capitão Swing. Rio de Janeiro: Francisco Alves, 1982 (adaptado).

A revolta descrita no texto, ocorrida na Inglaterra no século XIX, foi uma reação ao seguinte processo socioespacial:

  1. Restrição da propriedade privada.
  2. Expropriação das terras comunais.
  3. Imposição da estatização fundiária.
  4. Redução da produção monocultora.
  5. Proibição das atividades artesanais.

06. (Enem 2019) A ocasião fez o ladrão: Francis Drake travava sua guerra de pirataria contra a Espanha papista quando roubou as tropas de mulas que levavam o ouro do Peru para o Panamá. Graças à cumplicidade da rainha Elizabeth I, ele reincide e saqueia as castas do Chile e do Peru antes de regressar pelo Oceano Pacífico, e depois pelo Índico. Ora, em Ternate ele oferece sua proteção a um sultão revoltado com os portugueses, assim nasce o primeiro entreposto inglês ultramarino.

FERRO, M. História das colontzações. Das colonizações às indepeadências. Séculos XIII a XX. São Paulo: Cia. das Letras, 1996.

A tática adotada pela Inglaterra do século XVI, conforme citada no texto, foi o meio encontrado para

  1. restabelecer o crescimento da economia mercantil.
  2. conquistar as riquezas dos territórios americanos.
  3. legalizar a ocupação de possessões ibéricas.
  4. ganhar a adesão das potências europeias.
  5. fortalecer as rotas do comércio marítimo.

07. (Enem 2018) O século XVIII é, por diversas razões, um século diferenciado. Razão e experimentação se aliavam no que se acreditava ser o verdadeiro caminho para o estabelecimento do conhecimento científico, por tanto tempo almejado. O fato, a análise e a indução passavam a ser parceiros fundamentais da razão. É ainda no século XVIII que o homem começa a tomar consciência de sua situação na história.

ODALIA, N. In: PINSKY, J.; PINSKY. C. B. História da cidadania. São Paulo: Contexto. 2003.

No ambiente cultural do Antigo Regime, a discussão filosófica mencionada no texto tinha como uma de suas características a

  1. aproximação entre inovação e saberes antigos.
  2. conciliação entre revelação e metafísica platônica.
  3. vinculação entre escolástica e práticas de pesquisa.
  4. separação entre teologia e fundamentalismo religioso.
  5. contraposição entre clericalismo e liberdade de pensamento.

08. (Enem 2018) A existência em Jerusalém de um hospital voltado para o alojamento e o cuidado dos peregrinos, assim como daqueles entre eles que estavam cansados ou doentes, fortaleceu o elo entre a obra de assistência e de caridade e a Terra Santa. Ao fazer, em 1113, do Hospital de Jerusalém um estabelecimento central da ordem, Pascoal II estimulava a filiação dos hospitalários do Ocidente a ele, sobretudo daqueles que estavam ligados à peregrinação na Terra Santa ou em outro lugar.

A militarização do Hospital de Jerusalém não diminuiu a vocação caritativa primitiva, mas a fortaleceu.

DEMURGER, A. Os Cavaleiros de Cristo. Rio de Janeiro: Jorge Zahar, 2002 (adaptado).

O acontecimento descrito vincula-se ao fenômeno ocidental do (a)

  1. surgimento do monasticismo guerreiro, ocasionado pelas cruzadas.
  2. descentralização do poder eclesiástico, produzida pelo feudalismo.
  3. alastramento da peste bubônica, provocado pela expansão comercial.
  4. afirmação da fraternidade mendicante, estimulada pela reforma espiritual.
  5. criação das faculdades de medicina, promovida pelo renascimento urbano.

09. (Enem PPL 2018) Em Utopia, tudo é comum a todos. A distribuição dos bens lá não é um problema, não se vê nem pobre nem mendigo e, embora ninguém tenha nada de seu, todos são ricos. Haverá maior riqueza do que levar uma existência alegre e pacífica, livre de ansiedades e sem precisar se preocupar com a subsistência?

MORUS, T. Utopia. Brasília: UnB, 2004.

Retirado da obra de Thomas Morus, escrita no século XVI, esse trecho influenciou movimentos sociais do século XIX que lutaram para

  1. inibir a ascensão da burguesia.
  2. evitar a destruição da natureza.
  3. combater o domínio do capital.
  4. eliminar a intolerância religiosa.
  5. superar o atraso tecnológico.

10. (Enem 2018 PPL) A partir da segunda metade do século XVIII, com a primeira Revolução Industrial e o nascimento do proletariado, cresceram as pressões por uma maior participação política, e a urbanização intensificou-se, recriando uma paisagem social muito distinta da que antes existia.

(QUINTANEIRO, T.; BARBOSA, M. L. O.; OLIVEIRA, M. G. Um toque de clássicos: Marx, Durkheim e Weber. Belo Horizonte: UFMG, 2002)

As mudanças citadas foram conduzidas principalmente pelos seguintes atores sociais:

  1. Burguesia e trabalhadores assalariados.
  2. Igreja e corporações de ofício.
  3. Realeza e comerciantes.
  4. Campesinato e artesãos.
  5. Nobreza e artífices.

11. (Enem PPL 2017) Os direitos civis, surgidos na luta contra o Absolutismo real, ao se inscreverem nas primeiras constituições modernas, aparecem como se fossem conquistas definitivas de toda a humanidade. Por isso, ainda hoje invocamos esses velhos “direitos naturais” nas batalhas contra os regimes autoritários que subsistem.

QUIRINO, C. G.; MONTES, M. L. Constituições. São Paulo: Ática, 1992 (adaptado).

O conjunto de direitos ao qual o texto se refere inclui

  1. voto secreto e candidatura em eleições.
  2. moradia digna e vagas em universidade.
  3. previdência social e saúde de qualidade.
  4. igualdade jurídica e liberdade de expressão.
  5. filiação partidária e participação em sindicatos.

12. (Enem Libras 2017)

Comparando as duas pinturas de Gérome, no contexto da expansão imperialista do século XIX, a visão europeia do Outro associava-se a uma subjetividade

  1. exótica e erotizada.
  2. romântica e heroica.
  3. ingênua e universal.
  4. racional e objetiva.
  5. passiva e aristocrática.

13. (Enem 2017) Uma sociedade é uma associação mais ou menos autossuficiente de pessoas que em suas relações mútuas reconhecem certas regras de conduta como obrigatórias e que, na maioria das vezes, agem de acordo com elas. Uma sociedade é bem ordenada não apenas quando está planejada para promover o bem de seus membros, mas quando é também efetivamente regulada por uma concepção pública de justiça. Isto é, trata-se de uma sociedade na qual todos aceitam, e sabem que os outros aceitam, o mesmo princípio de justiça.

RAWLS, J. Uma teoria da justiça. São Paulo: Martins F ontes, 1997 (adaptado).

A visão expressa nesse texto do século XX remete a qual aspecto do pensamento moderno?

  1. A relação entre liberdade e autonomia do Liberalismo.
  2. A independência entre poder e moral do Racionalismo.
  3. A convenção entre cidadãos e soberano do Absolutismo.
  4. A dialética entre indivíduo e governo autocrata do Idealismo.
  5. A contraposição entre bondade e condição selvagem do Naturalismo.

14. (Enem PPL 2017) O dicionário da Real Academia Espanhola não usa a terminologia de Estado, nação e língua no sentido moderno. Antes de sua edição de 1884, a palavra nación significava simplesmente “o agregado de habitantes de uma província, de um país ou de um reino” e também “um estrangeiro”. Mas agora era dada como “um Estado ou corpo político que reconhece um centro supremo de governo comum”.

HOBSBAWM, E. J. Nações e nacionalismo (desde 1870). Rio de Janeiro: Paz e Terra, 1990 (adaptado).

A ideia de nação como lugar de pertencimento, ao qual os indivíduos têm ligação por nascimento, constitui-se na Europa do final do século XIX. Sua difusão resultou

  1. na rápida ascensão de governos com maior participação popular, dado que a unidade nacional anulava as diferenças sociais.
  2. na construção de uma cultura que incorporava todas as parcialidades equilibradamente dentro de uma identidade comum.
  3. na imposição de uma única língua, cultura e tradição às diferentes comunidades agregadas ao Estado nacional.
  4. na anulação pacífica das diferenças étnicas existentes entre as comunidades que passaram a compor a nacionalidade.
  5. em um intenso processo cultural marcado pelo protagonismo das populações autóctones.

15. (Enem PPL 2016) A Segunda Revolução Industrial, no final do século XIX e início do século XX, nos EUA, período em que a eletricidade passou gradativamente a fazer parte do cotidiano das cidades e a alimentar os motores das fábricas, caracterizou-se pela administração científica do trabalho e pela produção em série.

MERLO, A. R. C.; LAPIS, N. L. A saúde e os processos de trabalho no capitalismo: reflexões na interface da psicodinâmica do trabalho e da sociologia do trabalho.

Psicologia e Sociedade, n. 1, abr. 2007.

De acordo com o texto, na primeira metade do século XX, o capitalismo produziu um novo espaço geoeconômico e uma revolução que está relacionada com a

  1. proliferação de pequenas e médias empresas, que se equiparam com as novas tecnologias e aumentaram a produção, com aporte do grande capital.
  2. técnica de produção fordista, que instituiu a divisão e a hierarquização do trabalho, em que cada trabalhador realizava apenas uma etapa do processo produtivo.
  3. passagem do sistema de produção artesanal para o sistema de produção fabril, concentrando-se, principalmente, na produção têxtil destinada ao mercado interno.
  4. independência política das nações colonizadas, que permitiu igualdade nas relações econômicas entre os países produtores de matérias-primas e os países industrializados.
  5. constituição de uma classe de assalariados, que possuíam como fonte de subsistência a venda de sua força de trabalho e que lutavam pela melhoria das condições de trabalho na fábricas.

16. (ENEM 2016 3 Aplicação)

A pintura Napoleão cruzando os Alpes, do artista francês Jacques Louis-David, produzia em 1801, contempla as características de um estilo que

  1. utiliza técnicas e suportes artísticos inovadores.
  2. reflete a percepção da população sobre a realidade.
  3. caricaturiza episódios marcantes da história europeia.
  4. idealiza eventos históricos pela ótica de grupos dominantes.
  5. compõe obras com base na visão crítica de artistas consagrados.

17. (Enem 2016 PPL)

Nos Estados Unidos, durante o século XIX, tal como representada no mapa, a relação entre território e nação foi reconfigurada por uma política que:

  1. transferiu as populações indígenas para territórios de fronteira anexados, protegendo a cultura protestante dos migrantes fundadores da nação norte-americana.
  2. respondeu às ameaças europeias pelo fim da escravidão, integrando a população de escravos ao projeto de expansão por meio da doação de terras.
  3. assinou acordos com países latino-americanos, ajudando na reestruturação da economia desses países após suas independências.
  4. projetou o avanço de populações excedentes para além da faixa atlântica, reformulando fronteiras para o estabelecimento de um país continental.
  5. instalou manufaturas nas áreas compradas e anexadas, visando utilizar a mão de obra barata das populações em trânsito.

18. (Enem PPL 2015) A conquista pelos ingleses de grandes áreas da Índia deu o impulso inicial à produção e venda organizada de ópio. A Companhia das Índias Orientais obteve o monopólio da compra do ópio indiano e depois vendeu licenças para mercadores selecionados, conhecidos como “mercadores nativos”. Depois de vender ópio na China, esses mercadores depositavam a prata que recebiam por ele com agentes da companhia em Cantão, em troca de cartas de crédito; a companhia, por sua vez, usava a prata para comprar chá, porcelana e outros artigos que seriam vendidos na Inglaterra.

SPENCE, J. Em busca da China moderna. São Paulo: Cia. das Letras, 1996 (adaptado).

A análise das trocas comerciais citadas permite interpretar as relações de poder que foram estabelecidas. A partir desse pressuposto, o processo sócio-histórico identificado no texto é

  1. a expansão político-econômica de países do Oriente, iniciada nas últimas décadas do século XX.
  2. a consolidação do cenário político entreguerras, na primeira metade do século XX.
  3. o colonialismo europeu, que marcou a expansão europeia no século XV.
  4. o imperialismo, cujo ápice ocorreu na segunda metade do século XIX.
  5. as libertações nacionais, ocorridas na segunda metade do século XX.

17. (Enem 2014) Todo homem de bom juı́zo, depois que tiver realizado sua viagem, reconhecerá que é um milagre manifesto ter podido escapar de todos os perigos que se apresentam em sua peregrinação; tanto mais que há tantos outros acidentes que diariamente podem aı́ ocorrer que seria coisa pavorosa àqueles que aı́ navegam querer pô-los todos diante dos olhos quando querem empreender suas viagens.

J. P. T. Histoire de plusieurs voyages aventureux. 1600. In: DELUMEAU, J. História do medo no Ocidente: 1300-1800. São Paulo: Cia. das Letras, 2009 (adaptado).

Esse relato, associado ao imaginário das viagens marı́timas da época moderna, expressa um sentimento de

  1. gosto pela aventura.
  2. fascı́nio pelo fantástico.
  3. temor do desconhecido.
  4. interesse pela natureza.
  5. purgação dos pecados.

20. (Enem 2013) Na produção social que os homens realizam, eles entram em determinadas relações indispensáveis e independentes de sua vontade; tais relações de produção correspondem a um estágio definido de desenvolvimento das suas forças materiais de produção. A totalidade dessas relações constitui a estrutura econômica da sociedade — fundamento real, sobre o qual se erguem as superestruturas política e jurídica, e ao qual correspondem determinadas formas de consciência social. MARX, K. Prefácio à Crítica da economia política. In:

MARX, K.; ENGELS, F. Textos 3. São Paulo: Edições Sociais, 1977 (adaptado).

Para o autor, a relação entre economia e política estabelecida no sistema capitalista faz com que

  1. o proletariado seja contemplado pelo processo de mais-valia.
  2. o trabalho se constitua como o fundamento real da produção material.
  3. a consolidação das forças produtivas seja compatível com o progresso humano.
  4. a autonomia da sociedade civil seja proporcional ao desenvolvimento econômico.
  5. a burguesia revolucione o processo social de formação da consciência de classe.

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