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História do Brasil: parte 3.

Lista de 15 exercícios de História com gabarito sobre o tema História Do Brasil com questões do Enem.

Confira as videoaulas, teoria e questões sobre: Brasil Colônia, Brasil Império, Período Joanino, Revoltas Nativistas e Brasil República .



1. (Enem 2010) Após a abdicação de D. Pedro I, o Brasil atravessou um perı́odo marcado por inúmeras crises: as diversas forças polı́ticas lutavam pelo poder e as reivindicações populares eram por melhores condições de vida e pelo direito de participação na vida polı́tica do paı́s. Os conflitos representavam também o protesto contra a centralização do governo. Nesse perı́odo, ocorreu também a expansão da cultura cafeeira e o surgimento do poderoso grupo do “barões do café”, para o qual era fundamental a manutenção da escravidão e do tráfico negreiro.

O contexto do Perı́odo Regencial foi marcado

  1. por revoltas populares que reclamavam a volta da monarquia.
  2. por várias crises e pela submissão das forças polı́ticas ao poder central.
  3. pela luta entre os principais grupos polı́ticos que reivindicavam melhores condições de vida.
  4. pelo governo dos chamados regentes, que promoveram a ascensão social dos “barões do café”.
  5. pela convulsão polı́tica e por novas realidades econômicas que exigiam o reforço de velhas realidades sociais.

2. (Enem 2010) De março de 1931 a fevereiro de 1940, foram decretadas mais de 150 leis novas de proteção social e de regulamentação do trabalho em todos os seus setores. Todas elas têm sido simplesmente uma dádiva do governo. Desde aı́, o trabalhador brasileiro encontra nos quadros gerais do regime o seu verdadeiro lugar.

DANTAS, M. A força nacionalizadora do Estado Novo. Rio de Janeiro: DIP, 1942. Apud BERCITO, S. R. Nos Tempos de Getúlio: da revolução de 30 ao fim do Estado Novo. São Paulo: Atual, 1990.

A adoção de novas polı́ticas públicas e as mudanças jurı́dico-institucionais ocorridas no Brasil, com a ascensão de Getúlio Vargas ao poder, evidenciam o papel histórico de certas lideranças e a importância das lutas sociais na conquista da cidadania. Desse processo resultou a

  1. criação do Ministério do Trabalho, Indústria e Comércio, que garantiu ao operariado autonomia para o exercı́cio de atividades sindicais.
  2. legislação previdenciária, que proibiu migrantes de ocuparem cargos de direção nos sindicatos.
  3. criação da Justiça do Trabalho, para coibir ideologias consideradas perturbadoras da “harmonia social”.
  4. legislação trabalhista que atendeu reivindicações dos operários, garantido-lhes vários direitos e formas de proteção.
  5. decretação da Consolidação das Leis do Trabalho (CLT), que impediu o controle estatal sobre as atividades polı́ticas da classe operária.

3. (Enem 2010) Não é difı́cil entender o que ocorreu no Brasil nos anos imediatamente anteriores ao golpe militar de 1964. A diminuição da oferta de empregos e a desvalorização dos salários, provocadas pela inflação, levaram a uma intensa mobilização polı́tica popular, marcada por sucessivas ondas grevistas de várias categorias profissionais, o que aprofundou as tensões sociais. Dessa vez, as classes trabalhadoras se recusaram a pagar o pato pelas “sobras”do modelo econômico juscelinista.

MENDONÇA, S. R. A industrialização Brasileira. São Paulo: Moderna, 2002 (adaptado)

Segundo o texto, os conflitos sociais ocorridos no inı́cio dos anos 1960 decorreram principalmente

  1. da manipulação polı́tica empreendida pelo governo Joao Goulart.
  2. das contradições econômicas do modelo desenvolvimentista.
  3. do poder polı́tico adquirido pelos sindicatos populistas.
  4. da desmobilização das classes dominantes frente ao avanço das greves.
  5. da recusa dos sindicatos em aceitar mudanças na legislação trabalhista.

4. (Enem 2010) Opinião Podem me prender Podem me bater Podem até deixar-me sem comer Que eu não mudo de opinião. Aqui do morro eu não saio não Aqui do morro eu não saio não. Se não tem água Eu furo um poço Se não tem carne Eu compro um osso e ponho na sopa E deixa andar, deixa andar... Falem de mim Quem quiser falar Aqui eu não pago aluguel Se eu morrer amanhã seu doutor, Estou pertinho do céu

Zé Ketti. Opinião. Disponı́vel em: http:/www.mpbnet.com.br. Acesso em: 28 abr. 2010.

Essa música fez parte de um importante espetáculo teatral que estreou no ano de 1964, no Rio de Janeiro. O papel exercido pela Música Popular Brasileira (MPB) nesse contexto, evidenciado pela letra de música citada, foi o de

  1. entretenimento para os grupos intelectuais.
  2. valorização do progresso econômico do paı́s.
  3. crı́tica à passividade dos setores populares.
  4. denúncia da situação social e polı́tica do paı́s.
  5. mobilização dos setores que apoiavam a Ditadura Militar.

5. (Enem 2010) A chegada da televisão A caixa de pandora tecnológica penetra nos lares e libera suas cabeças falantes, astros, novelas, noticiários e as fabulosas, irresistı́veis garotas-propaganda, versões modernizadas do tradicional homem-sanduı́che.

SEVCENKO, N. (Org). História da Vida Privada no Brasil 3. República: da Belle Époque à Era do Rádio. São Paulo: Cia das Letras, 1998.

A TV, a partir da década de 1950, entrou nos lares brasileiros provocando mudanças consideráveis nos hábitos da população. Certos episódios da história brasileira revelaram que a TV, especialmente como espaço de ação da imprensa, tornou-se também veı́culo de utilidade pública, a favor da democracia, na medida em que

  1. amplificou os discursos nacionalistas e autoritários durante o governo Vargas.
  2. revelou para o paı́s casos de corrupção na esfera polı́tica de vários governos.
  3. maquiou indicadores sociais negativos durante as décadas de 1970 e 1980.
  4. apoiou, no governo Castelo Branco, as iniciativas de fechamento do parlamento.
  5. corroborou a construção de obras faraônicas durante os governos militares.

6. (Enem 2010) A serraria construı́a ramais ferroviários que adentravam as grandes matas, onde grandes locomotivas com guindastes e correntes gigantescas de mais de 100 metros arrastavam, para as composições de trem, as toras que jaziam abatidas por equipes de trabalhadores que anteriormente passavam pelo local. Quando o guindaste arrastava as grandes toras em direção à composição de trem, os ervais nativos que existiam em meio às matas eram destruı́dos por este deslocamento.

MACHADO P. P. Lideranças do Contestado. Campinas: Unicamp. 2004 (adaptado).

No inı́cio do século XX, uma série de empreendimentos capitalistas chegou à região do meio-oeste de Santa Catarina - ferrovias, serrarias e projetos de colonização. Os impactos sociais gerados por esse processo estão na origem da chamada Guerra do Contestado. Entre tais impactos, encontrava-se

  1. a absorção dos trabalhadores rurais como trabalhadores da serraria, resultando em um processo de êxodo rural.
  2. o desemprego gerado pela introdução das novas máquinas, que diminuı́am a necessidade de mão de obra.
  3. a desorganização da economia tradicional, que sustentava os posseiros e os trabalhadores rurais da região.
  4. a diminuição do poder dos grandes coronéis da região, que passavam disputar o poder polı́tico com os novos agentes.
  5. o crescimento dos conflitos entre os operários empregados nesses empreendimentos e os seus proprietários, ligados ao capital internacional.

7. (Enem 2010) Negro, filho de escrava e fidalgo português, o baiano Luiz Gama fez da lei e das letras suas armas na luta pela liberdade. Foi vendido ilegalmente como escravo pelo seu pai para cobrir dı́vidas de jogo. Sabendo ler e escrever, aos 18 anos de idade conseguiu provas de que havia nascido livre. Autodidata, advogado sem diploma, fez do direito o seu ofı́cio e transformou-se, em pouco tempo, em proeminente advogado da causa abolicionista.

AZEVEDO, E. O Orfeu de carapinha. In: Revista de História. Ano 1, n.o 3. Rio de Janeiro: Biblioteca Nacional, jan. 2004 (adaptado).

A conquista da liberdade pelos afro-brasileiros na segunda metade do séc. XIX foi resultado de importantes lutas sociais condicionadas historicamente. A biografia de Luiz Gama exemplifica a

  1. impossibilidade de ascensão social do negro forro em uma sociedade escravocrata, mesmo sendo alfabetizado.
  2. extrema dificuldade de projeção dos intelectuais negros nesse contexto e a utilização do Direito como canal de luta pela liberdade.
  3. rigidez de uma sociedade, assentada na escravidão, que inviabilizava os mecanismos de ascensão social.
  4. possibilidade de ascensão social, viabilizada pelo apoio das elites dominantes, a um mestiço filho de pai português.
  5. troca de favores entre um representante negro e a elite agrária escravista que outorgara o direito advocatı́cio ao mesmo.

8. (Enem 2010) Eu, o Prı́ncipe Regente, faço saber aos que o presente Alvará virem: que desejando promover e adiantar a riqueza nacional, e sendo um dos mananciais dela as manufaturas e a indústria, sou servido abolir e revogar toda e qualquer proibição que haja a este respeito no Estado do Brasil.

Alvará de liberdade para as indústrias (1.o de Abril de 1808). In Bonavides, P.; Amaral, R. Textos polı́ticos da História do Brasil. Vol. 1. Brası́lia: Senado Federal, 2002 (adaptado).

O projeto industrializante de D. João, conforme expresso no alvará, não se concretizou. Que caracterı́sticas desse perı́odo explicam esse fato?

  1. A ocupação de Portugal pelas tropas francesas e o fechamento das manufaturas portuguesas.
  2. A dependência portuguesa da Inglaterra e o predomı́nio industrial inglês sobre suas redes de comércio.
  3. A desconfiança da burguesia industrial colonial diante da chegada da famı́lia real portuguesa.
  4. O confronto entre a França e a Inglaterra e a posição dúbia assumida por Portugal no comércio internacional.
  5. O atraso industrial da colônia provocado pela perda de mercados para as indústrias portuguesas.

Enem

9. (Enem 2009) A partir de 1942 e estendendo-se até o final do Estado Novo, o Ministro do Trabalho, Indústria e Comércio de Getúlio Vargas falou aos ouvintes da Rádio Nacional semanalmente, por dez minutos, no programa “Hora do Brasil”. O objetivo declarado do governo era esclarecer os trabalhadores acerca das inovações na legislação de proteção ao trabalho.

GOMES, A. C. A invenção do trabalhismo. Rio de Janeiro: IUPERJ / Vértice. São Paulo: Revista dos Tribunais, 1988 (adaptado).

Os programas “Hora do Brasil” contribuı́ram para

  1. conscientizar os trabalhadores de que os direitos sociais foram conquistados por seu esforço, após anos de lutas sindicais.
  2. promover a autonomia dos grupos sociais, por meio de uma linguagem simples e de fácil entendimento.
  3. estimular os movimentos grevistas, que reivindicavam um aprofundamento dos direitos trabalhistas.
  4. consolidar a imagem de Vargas como um governante protetor das massas.
  5. aumentar os grupos de discussão polı́tica dos trabalhadores, estimulados pelas palavras do ministro.

Enem

10. (Enem 2009) No final do século XVI, na Bahia, Guiomar de Oliveira denunciou Antônia Nóbrega à Inquisição. Segundo o depoimento, esta lhe dava “uns pós não sabe de quê, e outros pós de osso de finado, os quais pós ela confessante deu a beber em vinho ao dito seu marido para ser seu amigo e serem bem-casados, e que todas estas coisas fez tendo-lhe dito a dita Antônia e ensinado que eram coisas diabólicas e que os diabos lha ensinaram”.

ARAÚJO, E. O teatro dos vı́cios. Transgressão e transigência na sociedade urbana colonial. Brası́lia: UnB/José Olympio, 1997.

Do ponto de vista da Inquisição,

  1. o problema dos métodos citados no trecho residia na dissimulação, que acabava por enganar o enfeitiçado.
  2. o diabo era um concorrente poderoso da autoridade da Igreja e somente a justiça do fogo poderia eliminá-lo.
  3. os ingredientes em decomposição das poções mágicas eram condenados porque afetavam a saúde da população.
  4. as feiticeiras representavam séria ameaça à sociedade, pois eram perceptı́veis suas tendências feministas.
  5. os cristãos deviam preservar a instituição do casamento recorrendo exclusivamente aos ensinamentos da Igreja.

Enem

11. (Enem 2009) No tempo da independência do Brasil, circulavam nas classes populares do Recife trovas que faziam alusão à revolta escrava do Haiti: Marinheiros e caiados

AMARAL, F. P. do. Apud CARVALHO, A. Estudos pernambucanos. Recife: Cultura Acadêmica, 1907.

O perı́odo da independência do Brasil registra conflitos raciais, como se depreende

  1. dos rumores acerca da revolta escrava do Haiti, que circulavam entre a população escrava e entre os mestiços pobres, alimentando seu desejo por mudanças.
  2. da rejeição aos portugueses, brancos, que significava a rejeição à opressão da Metrópole, como ocorreu na Noite das Garrafadas.
  3. do apoio que escravos e negros forros deram à monarquia, com a perspectiva de receber sua proteção contra as injustiças do sistema escravista.
  4. do repúdio que os escravos trabalhadores dos portos demonstravam contra os marinheiros, porque estes representavam a elite branca opressora.
  5. da expulsão de vários lı́deres negros independentistas, que defendiam a implantação de uma república negra, a exemplo do Haiti.

Enem

12. (Enem 2009) Como se assistisse à demonstração de um espetáculo mágico, ia revendo aquele ambiente tão caracterı́stico de famı́lia, com seus pesados móveis de vinhático ou de jacarandá, de qualidade antiga, e que denunciavam um passado ilustre, gerações de Meneses talvez mais singelos e mais calmos; agora, uma espécie de desordem, de relaxamento, abastardava aquelas qualidades primaciais. Mesmo assim era fácil perceber o que haviam sido, esses nobres da roça, com seus cristais que brilhavam mansamente na sombra, suas pratas semiempoeiradas que atestavam o esplendor esvanecido, seus marfins e suas opalinas - ah, respirava-se ali conforto, não havia dúvida, mas era apenas uma sobrevivência de coisas idas. Dir-se-ia, ante esse mundo que se ia desagregando, que um mal oculto o roı́a, como um tumor latente em suas entranhas.

CARDOSO, L. Crônica da casa assassinada. Rio de Janeiro: Civilização Brasileira, 2002 (adaptado).

O mundo narrado nesse trecho do romance de Lúcio Cardoso, acerca da vida dos Meneses, famı́lia da aristocracia rural de Minas Gerais, apresenta não apenas a história da decadência dessa famı́lia, mas é, ainda, a representação literária de uma fase de desagregação polı́tica, social e econômica do paı́s. O recurso expressivo que formula literariamente essa desagregação histórica é o de descrever a casa dos Meneses como

  1. ambiente de pobreza e privação, que carece de conforto mı́nimo para a sobrevivência da famı́lia.
  2. mundo mágico, capaz de recuperar o encantamento perdido durante o perı́odo de decadência da aristocracia rural mineira.
  3. cena familiar, na qual o calor humano dos habitantes da casa ocupa o primeiro plano, compensando a frieza e austeridade dos objetos antigos.
  4. sı́mbolo de um passado ilustre que, apesar de superado, ainda resiste à sua total dissolução graças ao cuidado e asseio que a famı́lia dispensa à conservação da casa.
  5. espaço arruinado, onde os objetos perderam seu esplendor e sobre os quais a vida repousa como lembrança de um passado que está em vias de desaparecer completamente.

13. (Enem 2009) Para Caio Prado Jr., a formação brasileira se completaria no momento em que fosse superada a nossa herança de inorganicidade social - o oposto da interligação com objetivos internos - trazida da colônia. Este momento alto estaria, ou esteve, no futuro. Se passarmos a Sérgio Buarque de Holanda, encontraremos algo análogo. O paı́s será moderno e estará formado quando superar a sua herança portuguesa, rural e autoritária, quando então terı́amos um paı́s democrático. Também aqui o ponto de chegada está mais adiante, na dependência das decisões do presente. Celso Furtado, por seu turno, dirá que a nação não se completa enquanto as alavancas do comando, principalmente do econômico, não passarem para dentro do paı́s. Como para os outros dois, a conclusão do processo encontra-se no futuro, que agora parece remoto.

SCHWARZ, R. Os sete fôlegos de um livro. Sequências brasileiras. São Paulo: Cia. das Letras,1999 (adaptado).

Acerca das expectativas quanto à formação do Brasil, a sentença que sintetiza os pontos de vista apresentados no texto é:

  1. Brasil, um paı́s que vai pra frente.
  2. Brasil, a eterna esperança.
  3. Brasil, glória no passado, grandeza no presente.
  4. Brasil, terra bela, pátria grande.
  5. Brasil, gigante pela própria natureza.

Enem

14. (Enem 2009) A definição de eleitor foi tema de artigos nas Constituições brasileiras de 1891 e de 1934. Diz a Constituição da República dos Estados Unidos do Brasil de 1891:

Art. 70. São eleitores os cidadãos maiores de 21 anos que se alistarem na forma da lei. A Constituição da República dos Estados Unidos do Brasil de 1934, por sua vez, estabelece que:

Art. 180. São eleitores os brasileiros de um e de outro sexo, maiores de 18 anos, que se alistarem na forma da lei.

Ao se comparar os dois artigos, no que diz respeito ao gênero dos eleitores, depreende-se que

  1. a Constituição de 1934 avançou ao reduzir a idade mı́nima para votar.
  2. a Constituição de 1891, ao se referir a cidadãos, referia-se também às mulheres.
  3. os textos de ambas as Cartas permitiam que qualquer cidadão fosse eleitor.
  4. o texto da carta de 1891 já permitia o voto feminino.
  5. a Constituição de 1891 considerava eleitores apenas indivı́duos do sexo masculino.

15. (Enem 2009) O autor da constituição de 1937, Francisco Campos, afirma no seu livro, O Estado Nacional, que o eleitor seria apático; a democracia de partidos conduziria à desordem; a independência do Poder Judiciário acabaria em injustiça e ineficiência; e que apenas o Poder Executivo, centralizado em Getúlio Vargas, seria capaz de dar racionalidade imparcial ao Estado, pois Vargas teria providencial intuição do bem e da verdade, além de ser um gênio polı́tico.

CAMPOS, F. O Estado nacional. Rio de Janeiro: José Olympio, 1940 (adaptado).

Segundo as ideias de Francisco Campos,

  1. os eleitores, polı́ticos e juı́zes seriam malintencionados.
  2. o governo Vargas seria um mal necessário, mas transitório.
  3. Vargas seria o homem adequado para implantar a democracia de partidos.
  4. a Constituição de 1937 seria a preparação para uma futura democracia liberal.
  5. Vargas seria o homem capaz de exercer o poder de modo inteligente e correto.

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